Aconteceu no dia 27/08, na Chocolândia do Ipiranga. O nome
do curso era: Profissionalizante 100% Prático de Decoração de Bolos, estávamos
em 14 na sala e realmente colocamos a mão na massa. Cada bancada com 3 ou 4
pessoas fez um bolo e recebeu dicas e segredos de pontos importantes da
receita.
Fizemos um bolo com
emulsificante “forneável”, o que fez com
que a massa crescesse mais rápido na batedeira e o ar ficasse incorporado por
mais tempo (segundo a professora, a consistência duraria por até 25 min fora da geladeira antes
de ir para o forno pré-aquecido) –se você prefere o pão de ló sem aditivos
químicos, pode conferir
aqui.
Detalhe
crucial: se a receita pede por emulsificante, siga corretamente a
quantidade, colocando a mais, você corre o risco do seu bolo parecer lindo e
maravilhoso e ficar oco por dentro.
Outra dica dada em
aula: não rechear o bolo no mesmo dia, pois ele mantém certa umidade e com
o recheio pode desandar tudo. Deixe ele esfriando dentro da forma de um dia
para outro para só então desenformar, cortar e rechear.
Para o recheio, fizemos um creme de confeiteiro industrial, daqueles
que você só coloca o leite quente e mexe, remexe e mexe de novo até engrossar.
Depois que esfriou, colocamos leite condensado, pó para preparo de sobremesas de
Limão da Mavalério (patrocínio que comentei no post anterior) e chantili de
caixinha.
Foram duas camadas de recheio e para molhar o bolo, leite
condensado diluído em água.
Na parte da tarde, começamos finalmente a confeitar.
Chantili batido no ponto que parece quase mole, mas que ainda forma bico e
quando mexe o batedor o creme não se move. (Dica:
vai ficando poroso com o tempo, aí você pode colocar um pouco de água gelada e
misturar, vai voltar a ficar liso).
Passo 1: Com uma espátula lisa grande, cobrimos e alisamos (tem que ter a mão super leve nesse estágio. E sempre treinar):